O mercado arde no kartismo nacional. A cada dia, a competição aumenta nos diversos setores, entre os fabricantes de chassis, motores, importadores, equipes, pilotos e até mesmo os pais. E os concorrentes tradicionais nem sempre são os maiores inimigos.
As legislações, regulamentos, pressões dos consumidores, a mídia especializada, as inovações e rupturas entre pilotos + fabricantes quase colocam os concorrentes históricos de um setor do mesmo lado da mesa, unidos e isolados neste mar de ameaças que é o kartismo nacional.
Como lidar com isso? Mais e melhores talentos são a base da resposta. No ponto de vista do KartOnline, o capital humano certamente é o ativo mais relevante para o sucesso corporativo, apesar de ser o intangível mais controverso e mais disputado. No mercado do kartismo nacional vemos empresas disputando os melhores pilotos e outras abrindo mão de talentos.
Como construir uma marca de sucesso, competitiva e perene, sem talentos? Como tornar uma empresa sócio-responsável, sem pessoas e marketing de valor? Impossível.
As legislações, regulamentos, pressões dos consumidores, a mídia especializada, as inovações e rupturas entre pilotos + fabricantes quase colocam os concorrentes históricos de um setor do mesmo lado da mesa, unidos e isolados neste mar de ameaças que é o kartismo nacional.
Como lidar com isso? Mais e melhores talentos são a base da resposta. No ponto de vista do KartOnline, o capital humano certamente é o ativo mais relevante para o sucesso corporativo, apesar de ser o intangível mais controverso e mais disputado. No mercado do kartismo nacional vemos empresas disputando os melhores pilotos e outras abrindo mão de talentos.
Como construir uma marca de sucesso, competitiva e perene, sem talentos? Como tornar uma empresa sócio-responsável, sem pessoas e marketing de valor? Impossível.
Talentos são necessários, sua matéria-prima mais importante. Pessoas são um recurso escasso, principalmente quando se trata de talentos com expertises mais técnicos ou especializados. Todos sabemos o que acontece com os preços quando a matéria-prima mais importante se torna rara e disputada. Mas também sabemos quando a mesma matéria-prima é dispensada em seu real uso de forma efetiva. O feitiço vira contra o feiticeiro - ou para alguns, o jovem aprendiz se torna um verdadeiro bruxo nas pistas.
Atualmente os altos custos do cérebro-de-obra, somados ao perfil técnico, individualista e pouco propenso ao conceito de fidelidade da chamada Geração Y, só fazem piorar esta realidade do kartismo brasileiro.
O nosso kartismo tupiniquim vive a onda do "piloto 2.0" - esse está com tudo e ligado nas redes sociais: fala o que pensa! É mais caro do que nunca, impondo e exigindo condições. Porém vale lembrar que a profissionalização da indústria do kartismo nacional poderá operar de uma forma diferente do que vimos nos anos anteriores. O poder de barganha parece estar mudando de lado e algumas atitudes provam que isso só deve se intensificar nos próximos anos, com a homologação dos chassis importados. Porém o mercado está carente de talentos, o que pode ainda ser uma enorme barreira – a principal talvez – para o desenvolvimento das novas marcas nos próximos anos.
A solução para essa questão passa por ações internas, como identificar, valorizar e reter os talentos disponíveis, construir modelos de gestão e sucessão atrativos a outras categorias, além de desenvolver modelos de compensação interessantes, a fim de capacitar continuamente uma nova geração de pilotos - o automobilismo brasileiro certamente irá agradecer e o kartismo nacional, prestigiar seus futuros coroados.
Atualmente os altos custos do cérebro-de-obra, somados ao perfil técnico, individualista e pouco propenso ao conceito de fidelidade da chamada Geração Y, só fazem piorar esta realidade do kartismo brasileiro.
O nosso kartismo tupiniquim vive a onda do "piloto 2.0" - esse está com tudo e ligado nas redes sociais: fala o que pensa! É mais caro do que nunca, impondo e exigindo condições. Porém vale lembrar que a profissionalização da indústria do kartismo nacional poderá operar de uma forma diferente do que vimos nos anos anteriores. O poder de barganha parece estar mudando de lado e algumas atitudes provam que isso só deve se intensificar nos próximos anos, com a homologação dos chassis importados. Porém o mercado está carente de talentos, o que pode ainda ser uma enorme barreira – a principal talvez – para o desenvolvimento das novas marcas nos próximos anos.
A solução para essa questão passa por ações internas, como identificar, valorizar e reter os talentos disponíveis, construir modelos de gestão e sucessão atrativos a outras categorias, além de desenvolver modelos de compensação interessantes, a fim de capacitar continuamente uma nova geração de pilotos - o automobilismo brasileiro certamente irá agradecer e o kartismo nacional, prestigiar seus futuros coroados.
Vivemos um momento de grande singularidade no automobilismo e no kartismo nacional. Grids cheios na categoria de base, porém nada fiel a balança econônica do País - qualquer crise anunciada, inscrição cancelada - troca-se o kart por uma game do Xbox - mas fácil e barato.
Devemos pensar que o kartismo deve atuar com ações setoriais (micro), como desenvolver redes de formação de pilotos e captação de talentos através de campeonatos que alinhem a capacidade de desenvolvimento técnico e não financeiro, por mais que haja uma síntese entre este dois pontos.
E passa ainda por ações macro, como participar de competições que aderem um ganho na formação não só do piloto, mas do caráter e do profissional do amanhã. Observamos que viver do kart no Brasil é um sonho utópico, mas poucos e bons sobrevivem - outros beiram o amadorismo e consomem de pais e pilotos, lucros a curto prazo; fantasiando suas glórias em grandes posters - "passado é uma história que se contou".
Sem dúvida todos reconhecemos que os talentos do kartismo são um ativo de valor inquestionável. Perder os pilotos talentos é perder competitividade (fora os riscos de migração destes talentos para a concorrência e, com eles, tudo que sabem sobre as estratégias e operações da empresa).
Lembre-se que talentos são ativos e, como tal, devem ter seu valor devidamente mensurado, pago e cobrado! Mais do que construir o valor das empresas, os pilotos talentos são parte do valor das empresas, como os demais intangíveis. Perder bons talentos é perder valor da empresa.
Devemos pensar que o kartismo deve atuar com ações setoriais (micro), como desenvolver redes de formação de pilotos e captação de talentos através de campeonatos que alinhem a capacidade de desenvolvimento técnico e não financeiro, por mais que haja uma síntese entre este dois pontos.
E passa ainda por ações macro, como participar de competições que aderem um ganho na formação não só do piloto, mas do caráter e do profissional do amanhã. Observamos que viver do kart no Brasil é um sonho utópico, mas poucos e bons sobrevivem - outros beiram o amadorismo e consomem de pais e pilotos, lucros a curto prazo; fantasiando suas glórias em grandes posters - "passado é uma história que se contou".
Sem dúvida todos reconhecemos que os talentos do kartismo são um ativo de valor inquestionável. Perder os pilotos talentos é perder competitividade (fora os riscos de migração destes talentos para a concorrência e, com eles, tudo que sabem sobre as estratégias e operações da empresa).
Lembre-se que talentos são ativos e, como tal, devem ter seu valor devidamente mensurado, pago e cobrado! Mais do que construir o valor das empresas, os pilotos talentos são parte do valor das empresas, como os demais intangíveis. Perder bons talentos é perder valor da empresa.
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Valeu pela Força!!!!
Muito Obrigado!
Rafael Rigueiro